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Caderno de Relações Internacionais

Isto é o meu caderno do curso, aberto em público. Licenciatura em Relações Internacionais, Universidade do Minho, primeiro ano. Não é um manual nem pretende ser: é o que eu próprio uso para estudar, deixado à vista para quem andar nas mesmas cadeiras.

Escrevo isto à medida que o semestre anda. O que estiver marcado como aberto já dá para ler; o resto ainda está a ser escrito e aparece quando estiver. Prefiro uma prateleira vazia e honesta a um resumo inventado.

A prateleira

Os apontamentos que já estão escritos. Markdown para editares, PDF para imprimires. São meus, mas o trabalho é para ser usado — leva, corta, e corrige-me se algo estiver errado. Onde a autoria de um texto não estava confirmada, deixei o aviso na nota em vez de o apagar.

Passa o rato pelas lombadas ou usa a lista. Setas e Enter também funcionam.

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12 notas · guardado para ler sem rede

As cadeiras

Primeiro semestre. Cada uma tem o seu canto: apontamentos das aulas, leituras obrigatórias, dúvidas por resolver e o que sai para avaliação.

  • Introdução às Relações Internacionais

    Em curso

    A cadeira que dá o mapa: como é que se olha para o sistema internacional, que escolas existem e o que cada uma consegue explicar. É a espinha do resto do curso.

  • Introdução à Ciência Política

    Em curso

    Poder, regimes, instituições e o que faz um Estado funcionar ou emperrar. Muita da linguagem que as outras cadeiras assumem que já sabes vem daqui.

  • Economia Política

    Em curso

    Onde a economia e a política deixam de ser matérias separadas. Comércio, interesses, distribuição — e porque é que decisões económicas são quase sempre decisões políticas.

  • Metodologia em Ciência Política

    Em curso

    Como se constrói uma pergunta que dá para responder, e como se sabe que a resposta não é uma opinião com notas de rodapé. A cadeira que mais uso fora do curso.

  • Língua Estrangeira

    Em curso

    Trabalho de língua aplicado ao contexto internacional: vocabulário técnico, leitura de fontes e escrita académica fora do português.

Como estudo

  1. Ler para a pergunta, não para o fim da página

    Antes de abrir um texto, escrevo a pergunta a que ele tem de responder. Se ao fim de dez páginas não estiver a responder, fecho e anoto porquê.

  2. Uma nota por ideia

    Nada de resumos gigantes por cadeira. Uma ideia por ficheiro, escrita por palavras minhas, com a referência ao lado. As ideias voltam a aparecer noutras cadeiras — e aí já estão escritas.

  3. Sempre um caso concreto

    Um conceito sem um exemplo real é um conceito que não vai sobreviver a um exame. Cada nota teórica leva pelo menos um caso agarrado.

  4. Escrever cedo, mesmo mal

    O trabalho começa a ser escrito muito antes de estar pronto para ser escrito. É a forma mais rápida que conheço de descobrir o que ainda não percebi.

Andas nas mesmas cadeiras?

Se estudas RI na UMinho e queres trocar apontamentos, apontar um erro meu ou pedir uma prateleira que ainda não abri, escreve.

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